Paths do produtos baseados no WLS
Alguns produtos da Oracle utilizam as informações encontradas no arquivo: $MW_HOME/wlserver_10.3/.product.properties para criação de domínios, configuração e afins.
O conteúdo do arquivo é similar a esse:
JAVA_HOME=/u01/jvm javax.xml.parsers.SAXParserFactory=com.sun.org.apache.xerces.internal.jaxp.SAXParserFactoryImpl USER_LANGUAGE=en NODEMGR_PORT=5556 WLS_INSTALL_DIR=/u01/Oracle/Middleware/wlserver_10.3 COHERENCE_HOME=/u01/Oracle/Middleware/coherence_3.6 LOCALE=ccjk WLS_JAVA_HOME=/u01/jvm javax.xml.parsers.DocumentBuilderFactory=com.sun.org.apache.xerces.internal.jaxp.DocumentBuilderFactoryImpl WL_HOME=/u01/Oracle/Middleware/wlserver_10.3 java.vm.version=R28.1.4-7-144370-1.6.0_26-20110617-2130-linux-x86_64 MW_HOME=/u01/Oracle/Middleware WLS_JAVA_VENDOR=Oracle weblogic.server.modules.featurejar=/u01/Oracle/Middleware/modules/features/weblogic.server.modules_10.3.5.0.jar javax.xml.transform.TransformerFactory=com.sun.org.apache.xalan.internal.xsltc.trax.TransformerFactoryImpl PLATFORMHOME=/u01/Oracle/Middleware/wlserver_10.3 WLS_PRODUCT_VERSION=10.3.5.0 java.vm.vendor=Oracle Corporation BEAHOME=/u01/Oracle/Middleware DOCSWEBROOT=http\://download.oracle.com/docs/cd/E17904_01/web.1111 CONFIGWIZ_HOME=/u01/Oracle/Middleware/wlserver_10.3 JAVAHOME=/u01/jvm
Para alterar o caminho do Java por exemplo, é só mudar as variáveis JAVA_HOME, JAVAHOME e WLS_JAVA_HOME.
Outro local para alteração das variáveis de ambiente é o: $MW_HOME/wlserver_10.3/common/bin/commEnv.sh
Remoção de ASInstances do Oracle Identity Manager
Para remover ASInstances de um domínio ou ASInstances remanescentes da remoção de um domínio de forma correta, basta executar o instalador do Oracle Identity Manager com a opção -deinstall:
./$MW_HOME/Oracle_IDM1/oui/bin/runInstaller -deinstall
Clique em Next na tela de Welcome e na próxima tela você poderá escolher as opções de remover o Oracle IDM, remover as ASInstances de um domínio existente ou remover as ASInstances que não possuem domínio.
Agora é só seguir o passo a passo e a remoção será bem sucedida.
Alterando o Java Home no Red Hat e derivados
Para alterar o JAVA_HOME no Red Hat e derivados (vale para outras versões de Linux também, mas pra versões baseadas em Debian, como o Ubuntu, existem outras maneiras) edite o arquivo .bash_profile na home do usuário. Por exemplo:
vim ~/.bash_profile
Se você deseja alterar para todos os usuários, adicione um arquivo /etc/profile.d/jvm.sh
E inclua o seguinte conteúdo no final do arquivo (para qualquer um dos casos):
export JAVA_HOME=/u01/jvm export PATH=$JAVA_HOME/bin:$PATH
Digite source ~/.bash_profile ou source /etc/profile (no caso de todos os usuários). Verifique se deu certo digitando o seguinte comando:
echo $JAVA_HOME which java
A saída desses comandos deve apontar para o local onde o java está instalado.
Rodando aplicação Ginga no VT7200D
Para rodar sua aplicação Ginga, tanto NCL/LUA quanto Java no VT7200D (para saber sobre o VT7200D, consulte aqui) é necessário realizar alguns truques.
O primeiro passo é inserir um pendrive no seu computador. Digite: dmesg no terminal para saber em qual é o device. No meu caso (pendrive de 2GB) apareceu o seguinte nas últimas linhas:
[39858.172559] sd 10:0:0:0: Attached scsi generic sg3 type 0 [39858.175660] sd 10:0:0:0: [sdc] 3911616 512-byte logical blocks: (2.00 GB/1.86 GiB) [39858.177408] sd 10:0:0:0: [sdc] Write Protect is off [39858.177412] sd 10:0:0:0: [sdc] Mode Sense: 65 44 09 30 [39858.178402] sd 10:0:0:0: [sdc] No Caching mode page present [39858.178406] sd 10:0:0:0: [sdc] Assuming drive cache: write through [39858.182402] sd 10:0:0:0: [sdc] No Caching mode page present [39858.182405] sd 10:0:0:0: [sdc] Assuming drive cache: write through [39858.183040] sdc: sdc1
Dessa forma eu sei que o meu device é /dev/sdc. Caso o seu pendrive tenha alguma partição (no meu caso tem: sdc1) o Ubuntu irá montá-la automaticamente. Nos próximos comando substitua o sdc para o valor correto em sua máquina. Para “desmontar” (no bom sentido), digite:
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Criando Swap utilizando arquivo
Em algumas situações a memória da máquina não é suficiente para os processos que estão executando nela. Nessas situações é necessário o uso da memória secundária como extensão da memória RAM. Esse tipo de extensão é conhecido como Swap (ou área de troca).
Normalmente não é recomendado o uso da Swap por questões de desempenho da máquina, já que a memória secundária (como o HD) é lenta em comparação com a memória RAM, mas em casos onde aumentar a memória RAM não é possível, temos que partir para o uso da Swap. O comum é criação de Swap utilizando uma partição do HD, mas, se você não tiver uma partição disponível, existe a possibilidade de utilizar um arquivo como Swap, e o processo é bem simples.
Crie um arquivo vazio com o tamanho da Swap desejada:
dd if=/dev/zero of=/swapfile bs=1024 count=1048576
O comando dd que é responsável por conversão e cópia de arquivo0s. Ele irá criar um arquivo vazio com o nome swapfile a partir da barra com o tamanho de 1GB (1048576).
Transforme o arquivo no formato de Swap:
mkswap /swapfile
Verifique a quantidade de memória antes de habilitar a Swap com o comando free:
free -m
Habilite a Swap:
swapon /swapfile
Verifique novamente o total de memória com o comando free ou digite o seguinte comando:
cat /proc/swaps
Para não perder a Swap ao reiniciar o computador acrescente a seguinte linha no arquivo /etc/fstab:
/swapfile swap swap defaults 0 0
Agora é só utilizar. Lembrando que essa “memória” é extremamente lenta e só é recomendado quando não há memória RAM disponível.
Portas em uso no Linux
O netstat é um utilitário muito bom que está presente no linux. Com ele conseguimos ver informações de conexões, tabelas de roteamento, estatísticas da rede, entre outros. Uma função importante dele é a possibilidade de ver as portas em uso por programas e resolver erros do tipo: Port already in use.
Para isso podemos utilizar o seguinte comando:
sudo netstat -tlp
Executamos o comando netstat com a opção -t (ou –tcp) que especifica que será utilizado o protocolo tcp, o -l (ou –listening) que mostra os listening sockets. O -p (ou –programs) mostra o PID e o nome do programa. Você também pode usar a opção -n que mostra os IPs numéricos (mais rápido) ao invés de tentar descobrir os hosts.
Então, por exemplo, se você quiser descobrir quem está utilizando a porta 8080 por exemplo é só digitar o seguinte comando:
sudo netstat -tlpn | grep 8080
Ele irá mostrar o nome do programa e o PID para você fazer o que bem entender
.
Bibliotecas Nativas do Tomcat
As bibliotecas nativas do Tomcat são interfaces JNI para aumentar o desempenho das aplicações que rodam no servidor Tomcat através de chamadas nativas. Quando você não tem essas libs no library path do java, o Tomcat exibe a seguinte informação no log: “INFO: The APR based Apache Tomcat Native library which allows optimal performance in production environments was not found on the java.library.path”.
O primeiro passo é instalar as bibliotecas do APR e do OpenSSL. Para isso, execute o seguinte comando no Ubuntu (ou similares Debian):
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Remoção de diretórios .svn
Quando realizamos o checkout (baixar projeto de um repositório) utilizando subversion, ele cria em cada pasta uma subpasta .svn. Quando não for mais necessário utilizar o repositório ou quando copiamos uma estrutura de pastas e não queremos que as pastas .svn vão junto para não ocasionar erros no subversion, podemos utilizar um comando para remover as pastas .svn de um projeto de maneira recursiva.
O comando find com a opção -exec para executar o comando para cada pasta .svn encontrada em conjunto com o rm realiza o trabalho de remoção recursiva dessas pastas.
find . -name ".svn" -type d -exec rm -rf {} \;
Esse comando busca (find) no diretório corrente (.) todos os diretórios (-type d) que tenham o nome .svn (-name “.svn”) e executa (-exec) a remoção (rm) de todos os diretórios encontrados recursivamente sem perguntar por confirmação (-rf {}).
Utilizando RAM com defeito no Linux
Durante alguns meses estava sofrendo com o meu computador, ele reiniciava de tempos em tempos e às vezes alguns programas fechavam sem avisar. A suspeita era memória RAM com problema.
Resolvi executar um teste e realmente era problema na memória. Se você quer economizar um dinheiro, ao invés de comprar uma outra memória, pode utilizar um recurso no linux que permite evitar o acesso da memória em áreas com defeito. Esse recurso é conhecido como BadRAM: http://rick.vanrein.org/linux/badram/.
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Data souce Oracle no JBoss AS 7
Para configurar uma base de maneira adequada no JBoss AS 7 é necessário adicionar o driver JDBC dela como um módulo. Para realizar esse procedimento crie uma pasta para colocar o driver do Oracle:
mkdir $JBOSS_HOME/modules/com/oracle/ojdbc6/main
Faça o download adequado do driver no site: http://www.oracle.com/technetwork/database/enterprise-edition/jdbc-112010-090769.html
Copie o driver do Oracle (ojdbc6.jar) para a pasta recém criada e crie um arquivo module.xml com o seguinte conteúdo:
<module xmlns="urn:jboss:module:1.0" name="com.oracle.ojdbc6">
<resources>
<resource-root path="ojdbc6.jar"/>
</resources>
<dependencies>
<module name="javax.api"/>
</dependencies>
</module>
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